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25/10/2019
Por que as reformas do RS estão no caminho certo?

Eu acredito! E muito…vem entender porquê

São dez meses de governo e, pelo menos, dez melhorias efetivas que já vão mudar o rumo econômico e de desenvolvimento do Rio Grande do Sul. Programas como RS Seguro, RS Parcerias, Novo Código Ambiental, alteração da legislação que possibilita a venda de três estatais deficitárias, plano para venda de 49% da Corsan, combate a Dívidas Precatórias, Obras em rodovias, assim como projetos já alinhados para parcerias público-privadas em concessões de rodovias gaúchas, fim da aposentadoria especial dos deputados, avanço significativo na adesão do RS ao Regime de Recuperação Fiscal (RRF), enfrentamentos com o judiciário para que a  Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) tenha limite de expansão zero em dotações financiadas com recursos do Tesouro, além de outros tantos.

Mas por que a reforma?

Mas hoje eu quero dizer que sim, eu acredito que Eduardo Leite e sua equipe estão no caminho certo. E vocês podem se questionar: “Mas e como explicar essa reforma que vai tirar o direito de muito servidor público?”, pois até isso tem motivo para acontecer.

É realmente necessário ENXUGAR a MÁQUINA, rever os contratos, planos de carreira, benefícios etc, etc. É preciso vender as estatais que, em sua grande maioria, são deficitárias e causam prejuízo ao governo.

Eduardo está dando nova visibilidade ao Estado. E tem tomado medidas emergenciais que são fundamentais para que o Rio Grande não entre em colapso.  O Estado precisa enfrentar sua verdade fiscal, e isso exige a tomada de decisões. Por décadas, convivemos com problemas financeiros: não arrecadamos o suficiente para pagar as nossas contas, e as despesas cresceram sempre muito acima da inflação.

É preciso analisar o cenário!

Trago para vocês alguns dados para explicar como se estruturou o problema e como temos remado para a solução. Em outros tempos, as soluções para cobrir este déficit serviram apenas para aprofundar os problemas estruturais. Além da impossibilidade de buscar novos investimentos, alguns malabarismos deixaram como herança dívidas pesadas:

•             Saques dos depósitos judiciais e do Caixa Único já somam R$ 19 bilhões.

•             Passivo com os precatórios é de R$ 15,8 bilhões.

•             Dívida consolidada fechou 2018 em R$ 73,3 bilhões.

•             Dívida com a União alcançou R$ 63 bilhões em 2018. As contas da Previdência também são alarmantes:

•             Há mais aposentados e pensionistas (60%) do que servidores ativos (40%).

•             O déficit anual previdenciário está projetado em R$ 12 bilhões em 2019.

•             Cada gaúcho contribui com R$ 1.038 em impostos por ano para cobrir o rombo.

Atualmente, o país atravessa uma de suas piores recessões. Com a economia patinando, não há sinais de alteração neste cenário. Para 2020, o orçamento do Rio Grande do Sul mostra que faltarão mais de R$ 5,2 bilhões. Como em outros anos, a capacidade de o Estado investir em obras e nas políticas que impactam na vida dos gaúchos ficará comprometida.

Tudo isso, significa falta de dinheiro para investir em saúde, segurança e educação, nossa essência de desenvolvimento. Seguir é nossa alternativa e vamos lutar para plantar e ver os gaúchos colherem o melhor.

Quer entender mais e melhor? Confira o material explicativo, gráficos e valores, preparados pela equipe do Governo.

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