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26/09/2017
Atitudes socias com o apoio ao governo

Na semana passada estive participando de várias reuniões e eventos cujos problemas discutidos se convergem na sua essência. Depois de analisar cada um deles, percebi que, em resumo, na maioria das vezes, os problemas podem ser resolvidos com atitudes sociais com o apoio do governo. E não ao contrário.

Quero deixar claro aqui que, de maneira nenhuma quero tirar do Governo suas responsabilidades, mas que acredito que a mudança pode ocorrer com a participação da sociedade, pois esperar que o governo sozinho resolva tudo é fazer mais do mesmo. Que já vimos que não leva a nada. 🙁 Afinal, todos tem direitos e todos tem deveres!

 

 

Quero então deixar aqui três situações que nos fazem pensar sobre o assunto.

1. Os moradores de rua

Na segunda-feira passada (18/09), estive com o Secretário da Sthas, Lorival Silveira, e conversamos muito sobre a questão dos chamados “moradores de rua”. Nas últimas semanas a população tem se incomodado muito com a presença deles pelas ruas e sinaleiras.

Na verdade, a maioria não são da cidade, mas estão ocupando espaços públicos e deixando rastros de sujeira, xixi, sexo e ainda causando insegurança na população.

Você sabe realmente o que acontece?

A Secretaria de Assistência Social oferece a eles um espaço de acolhida com café, almoço e janta, cama, banho e aconchego. O abrigo São Chico tem   vagas e há ociosidade nelas.

O que acontece é que essas pessoas não aceitam ajuda e preferem ficar pelas ruas para pedinchar esmolas ou vender pequenos itens.

Como o cidadão acaba oferecendo ajuda, é muito mais vantajosos pra eles ficarem nas ruas, com melhor acesso às pessoas, garantindo seu ponto e sua esmola. Alguns chegam a receber R$100,00 por dia ao fazerem malabarismos nas sinaleiras, por exemplo.

Você sabe como pode ajudar?

Pare de dar dinheiro a pedintes. Além de gastar o seu dinheiro, você gasta o dinheiro público, já que este problema se torna cada vez maior e a prefeitura precisa destinar recurso e equipe para solucioná-lo.

 

2. Escolas de Educação Infantil e Projetos Vida

Estive na quinta-feira (21/09) visitando o Projeto Vida do Santo André. Isso faz parte do meu trabalho: conhecer, entender, ajudar, acompanhar, fiscalizar!

O que vi e acompanhei lá foi uma mudança de atitude diretiva e social. Todos sabem que o governo passado optou por inibir as contribuições espontâneas dos pais para a manutenção das escolas de educação infantil do município. Isso foi uma opção, uma conduta administrativa. E é por isso que são escolhidas as administrações, com perfil e ações diferentes.

Eu, no entanto, discordo desta linha e estimulo o contrário!

Fica aqui, inclusive, meu apelo: quem tem filhos nas escolas, por favor, contribua! Pode ser com R$10, R$20, R$100, R$300. A contribuição da comunidade faz MUITA diferença para a escola ou projeto que vai fazer a diferença na vida dos seus filhos.

Se não pode ser com dinheiro, que seja com mão de obra, com apoio, com participação.

Você sabe realmente o que acontece?

Com a inibição do governo anterior às doações, os pais deixaram de contribuir com as escolas e projetos. A prefeitura mantém as estruturas rodando, mas elas são grandes e há muitas melhorias (não só na parte física) que podem ser feitas se a acomunidade ajudar financeiramente ou com seu tempo.

Você sabe como pode ajudar?

Contribua! Simples assim. Doe R$10, R$20, R$50. Doe aquilo que é possível e que é digno! Faça-se a pergunta: quanto do meu orçamento familiar posso destinar a escola dos meus filhos para que, consequentemente, ele tenha uma educação de maior qualidade.

Se não puder ajudar financeiramente, ajude com o seu tempo! Ofereça-se para pintar paredes, plantar flores, cortar grama, consertar brinquedos. Tudo isso conta, e muito, para as escolas e projetos. 😉

Você sabe como o Projeto Vida do Santo André fez?

A direção iniciou com um processo de mudança na comunidade. Passou a estimular a contribuição e aos poucos deixou o Projeto em dia. Um lugar que dá gosto de estar! Caprichado e bem preparado pra formar mentes. 😀

Professores, pais e alunos doaram seu tempo em prol do Projeto

 

3. Algazarra nos espaços públicos

Também na quinta (21/09), estive no Comando da Brigada Militar de Lajeado, com o Capitão Luciano, o Coronel Locatelli, Secretário de Segurança Pública, e o colaborador da Secretaria, Schneider. Ainda participaram do encontro representantes do bairro Universitário e dos novos loteamentos do Alto do Parque.

O encontro foi realizado na tentativa de educar o cidadão para controlar o consumo de drogas, badernas, som alto, sujeira e rachas nas imediações da Univates e locais citados. E isso deve se estender para outros locais da cidade que tem o mesmo problema.

O resultado dessa conversa já começou a aparecer! Nesta madrugada, órgãos da segurança realizaram uma operação que teve como objetivo promover a consciência dos motoristas. Veja a matéria no O Informativo do Vale:
www.informativo.com.br/…/orgaos-de-seguranca-realizam-opera…

Você sabe realmente o que acontece?

Os moradores do Alto do Parque e o Universitário vem sofrendo muito com o barulho, algazarra e sujeira dos usuários das vias públicas. São jovens que se encontram nestes espaços para encontrar amigos, conversar e se divertir.

Quero deixar claro que incentivo o uso de locais públicos pela comunidade! E acho que o Governo deve sempre trabalhar para oferecer estrutura e locais favoráveis de convívio ao ar livre para população. Mas infelizmente, uma minoria não colabora e o estrago que fazem realmente é relevante.

O que ocorre é que é difícil de educar aqueles que utilizam de má forma o espaço público, porque é muito burocrático denunciar estes usuários.

Vocês sabiam que Lajeado é uma das únicas cidades que proíbe a abordagem sem a presença de vítimas? Para ser mais claro: se você denuncia volume alto ou baderna perto da sua casa, um policial só poderá agir se você (vítima) o acompanhar e se expor na frente dos baderneiros. Caso contrário estará configurado o abuso de autoridade, o que é lamentável já que os riscos da exposição da vítima podem gerar constrangimento, represálias e ameaças.

Você sabe como pode ajudar?

Respeite o próximo!

Penso que o teu direito vai até onde começa o do outro. Festas são bem vindas! O convívio e a alegria devem sim ser externa dos, mas para isso não é necessário prejudicar o outro.

Se for se divertir com seus amigos nas vias públicas da cidade, pense na segurança das pessoas do bairro, pense no sono das crianças da vizinhança, pense no próximo e abuse da EDUCAÇÃO – jogue lixo no lixo, não dirija se estiver bebendo, não abuse do som alto. A cidade inteira agradece. 😉

 

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Esses exemplos todos foram para te mostrar o quanto a SUA participação é importante. O quanto VOCÊ pode fazer diferente e contribuir com a vida de todos.

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